Segurança
Justiça afasta servidor investigado por estupro em Natividade
Ministério Público aponta suspeita de crimes contra vítimas de 11 a 14 anos; investigado fica 180 dias fora das funções e responde em liberdade.
Administrador · 22/09/2026
Polícia Militar/Governo do Tocantins
Um servidor público de Natividade, no sudeste do Tocantins, foi afastado do cargo por 180 dias enquanto é investigado por suspeita de estupro contra crianças e adolescentes de 11 a 14 anos. A decisão atende a pedido do Ministério Público do Tocantins, que apura os fatos.
Segundo o MPTO, a suspeita é de que o investigado tenha se aproveitado da relação de confiança que mantinha com familiares das vítimas. A apuração aponta ainda o uso de arma de fogo para ameaçar uma das crianças. Ele responde por estupro de vulnerável e estupro qualificado.
Além do afastamento, a Justiça suspendeu o porte e a posse de armas do investigado e proibiu qualquer contato ou aproximação com vítimas, pais, familiares e testemunhas, com distância mínima de 200 metros. O descumprimento de qualquer uma dessas medidas leva à prisão preventiva imediata. Durante o afastamento, ele continua recebendo a remuneração.
O nome do investigado, o cargo que ocupa e o órgão em que trabalha não foram divulgados pelo Ministério Público, para não permitir a identificação das vítimas — por isso não foi possível ouvir a defesa. Não há condenação até o momento, e o caso corre sob presunção de inocência.
Denúncias de violência contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo Disque 100, que funciona 24 horas e recebe relatos anônimos, ou no conselho tutelar do município. As informações são do g1 Tocantins.